Mostre-me um exemplo TRIBUNA DE URUGUAIANA

25 de mai de 2015

Mundo cartesiano, por Gabriel Novis Neves

Mundo cartesiano 
Não, realmente o mundo do tempo cronometrado, dos compromissos, dos relógios, não é o mundo ideal. 
Talvez, por essa razão, quando estamos em férias a vida se torna tão mais prazerosa e lenta. 
Bem, isto para aqueles que conseguem se desconectar de suas excessivas responsabilidades. 
O mundo cartesiano foi feito para aprisionar as pessoas nos seus devidos papéis, sempre dentro de um mínimo de tempo para pensar, tornando-as cada vez mais automatizadas. 
Raramente paramos para um questionamento sobre como estamos usando o nosso tempo, nos agradando ou não. 
Talvez, por isso mesmo, a noite seja um espaço tão fascinante. 
É a hora em que podemos nos desvencilhar de todas as nossas máscaras, de nosso aprendizado de vida estruturada, dos compromissos com o estabelecido e mergulharmos no que verdadeiramente nos agrada. 
É justo o momento em que o ócio criativo tem condição de se manifestar, acalentado pelo silêncio da madrugada. 
Assusta-me ver pessoas que, mesmo em férias, não desgrudam um só momento de seus relógios, de seus Smartphones, como se as tarefas a serem cumpridas, mesmo inexistentes, permanecessem o foco de suas atenções, impedindo assim que o pleno exercício do lazer seja desfrutado. 
Esquecem-se de que, a rigor, o tempo não existe, ele é apenas uma invenção do homem na ânsia de transformar a natureza. 
Somos a única espécie animal dedicada a transformar a natureza. Os nossos outros amigos apenas a desfrutam. 
O mundo cartesiano tomou conta de tudo e é negado aos jovens o que há de mais precioso para o ser humano, a criatividade, o prazer sem culpa, sem risco, sem hora marcada. 
Na impossibilidade de ver estrelas, estamos nos habituando a pedir socorro uns aos outros através de redes sociais, clamando por um pouco de atenção que esse mundo tão estereotipado nos impede que aconteça. 
Falta-nos tempo para o outro e, principalmente, para nós mesmos. 
Apenas na velhice, assim mesmo somente para alguns privilegiados, se consegue valorizar a dádiva do não ter horários nem compromissos, podendo assim desfrutar da natureza em toda a sua plenitude. 
Para mim, o melhor da velhice é não ter horários.

24 de mai de 2015

Meu avô, por Gabriel Novis Neves

Meu avô
“Pau que nasce torto, nunca mais se endireita”, sempre dizia meu avô.
Os mais antigos tinham o hábito de se comunicar por metáforas, “que é a transferência de sentido de um termo para outro, numa comparação implícita”.
São conceitos simples de serem entendidos e nunca esquecidos.
Vira e mexe estou envolvido nessas antigas expressões que moldaram o meu caráter.
Às vezes tento corrigir esses adágios aprendidos nos primeiros anos de vida, mas logo desisto pela impregnação que eles me produziram.
“Duas retas paralelas jamais se encontrarão”. Quem garante isso?
Pessoas não são iguais, mesmo pertencentes à mesma árvore genealógica. No entanto, encontramos muitos desiguais absolutamente semelhantes, como a ilusão da linha do horizonte tocando a terra.
Se tão diferentes em seus princípios tornam-se iguais, encontramos iguais totalmente desiguais, inviabilizando até o mais simples convívio social.
Assim como existe a reta curva, como no autódromo do Principado de Mônaco, onde se disputa a charmosa e riquíssima Fórmula 1, deve existir a curva reta em alguma arquitetura oriental.
É difícil encontrar desiguais iguais que se identifiquem a ponto de mesclarem suas desigualdades, transformando-se em seres iguais, ou em retas que se misturam.
Quando isso acontece, recordamos que duas linhas paralelas nunca se encontram...
Interessante é que as pessoas procuram para seus relacionamentos pessoas semelhantes, na ilusão de estarem escolhendo a correta e duradoura união.
A matemática da vida tem outras regras, não sabia o meu avô...

Neste domingo, tem SHOW NO TEATRO MUNICIPAL - Uruguaiana.

ATENÇÃO! Devido ao mau tempo, espetáculos transferidos para o TEATRO MUNICIPAL.
Domingo com dois shows no TEATRO de Uruguaiana
Neste domingo, dia 24 de maio, às 18h, teremos show do cantor e músico uruguaianense João Chagas Leite, no TEATRO MUNICIPAL, numa parceria do SESC – Serviço Social do Comércio de Uruguaiana com a Prefeitura Municipal de Uruguaiana;
Após, às 20h, apresentação da banda de Reggae – Demente Verde – da cidade de Oberá - República Argentina, show organizado por Glauco Guterres. Estes dois eventos, com entrada franca, integram as comemorações oficiais dos 169 anos de Emancipação Política do Município de Uruguaiana e dos 150 anos da Retomada de Uruguaiana. Venha participar e seu puder traga um agasalho ou 1Kg de alimento não-perecível.

23 de mai de 2015

Partidos políticos, por Gabriel Novis Neves

Partidos políticos 
Para que serve os nossos partidos políticos quando estamos mergulhados em imensa crise econômica e moral?
Só agora a população brasileira descobriu a sua ‘utilidade’ pelo generoso aumento de recursos concedido pelo governo ao Fundo Partidário.
O Ministro da Fazenda adota a política do arrocho fiscal e pede a compreensão da nossa exausta população, o executivo corta recursos da educação e ‘investe’ nos partidos políticos.
Passeatas populares, caminhadas, panelaços, campanhas pelas redes sociais, tudo sem participação dos políticos e de seus respectivos partidos são sinais de impaciência de uma nação em desespero, cuja leitura o governo não consegue, ou não quer, entender.
Há necessidade urgente de novos rumos para a nossa arcaica política.
Virou ‘negócio de ocasião’ criar uma sigla partidária para receber ‘bolsa’ do governo, chamada de Fundo Partidário.
No momento existe uma lista de mais de vinte agremiações políticas solicitando seu registro no Tribunal Federal Eleitoral para se juntar aos mais de trinta existentes.
Temos até especialistas em criação dessas inúteis agremiações, como o ex-prefeito de São Paulo. 
Trata-se de um ‘investimento’ altamente lucrativo, sem os riscos que normalmente outra empresa enfrentaria.
A finalidade desses anões partidários, que nem representantes possuem no Congresso Nacional, vão além da ‘bolsa’ - vão até aos segundos de televisão comercializados durante as campanhas eleitorais.
Outros possuem pontos de representantes sem ideologia, cuja única função é negociar seus votos.
Os maiores partidos representam o poder e interesses de grandes grupos econômicos e sindicatos. O povo não reconhece nos atuais partidos e nos políticos seus legítimos porta-vozes em Brasília.
O pior é que para ocupar uma cadeira no Congresso, Assembleias e Câmara de Vereadores, seus membros são eleitos pelo povo.
Pesquisas recentes demonstram que a maioria da nossa população não se lembra em quem votou na última eleição.
O que fazer com os partidos diante da crise que envolve o nosso país?
Uma metamorfose é necessária para criar uma agenda positiva de trabalho, com o único objetivo de alcançar o nosso já tardio desenvolvimento social e econômico. 

22 de mai de 2015

Meio-irmão, por Gabriel Novis Neves

Meio-irmão 
Relevante o fato de ter aumentado em 528% o número de reproduções assistidas nos últimos dezoito anos pelo mundo. 
Os bancos americanos de sêmen são atualmente verdadeiros templos da reprodução. 
No início, a grande procura era feita por relações homoafetivas femininas que queriam ter os seus rebentos sem a participação da figura masculina. 
Um doador, dentro dos padrões desejados em termos de compleição física e mental, chega a receber cem dólares por doação. Basta que ele se adeque a padrões preestabelecidos.  
Na maior parte dos países essas doações são sigilosas e o material recolhido passa a ser catalogado por número. 
Dessa forma permanece oculta a identidade do doador, mantendo-se em conta somente as suas características genéticas. 
Atualmente, países como a Alemanha, Inglaterra e a Noruega, aboliram o anonimato e isso vem causando algumas discussões éticas e que começam a chegar ao Brasil. 
Através da mídia, sempre precursora dos modismos de cada geração e suas implicações na sociedade, já assistimos a novelas que já discutem abertamente os diferentes tipos de família que vêm se formando nos tempos modernos. 
Agora surge a polêmica sobre os irmãos numerados dos doadores de sêmen. 
O ser humano tem necessidade de saber das suas origens, mesmo que oriundo de vários tipos de reprodução. 
Esses questionamentos, que estão apenas começando e que já compõem até enredo de novela, são sinais de um novo tempo despontando. 
Imaginando que alguém possa ter até quinhentos ou mais irmãos, que rumo tomará as relações familiares? 
Os laços afetivos, com certeza, começam a aparecer como mais importantes que os laços sanguíneos. 
Nem o filósofo Aldous Huxley conseguiu ir tão longe com suas fartas elucubrações sobre o futuro no seu fantástico “Admirável Mundo Novo”. 
Um trabalho a mais para as futuras gerações: buscar seus inúmeros meios-irmãos, se é que até lá isso ainda terá alguma importância.

21 de mai de 2015

Ética na política, por Gabriel Novis Neves

Ética em política 
Grandes jornais do Rio de Janeiro e de São Paulo publicaram importante matéria sobre o Brasil. 
Por se tratar de assunto interessante vou transcrever trechos relevantes dessa entrevista com o ex-presidente do Uruguai. 
Em livro, Mujica relata a dois jornalistas do seu país uma conversa que teve com o Presidente Lula sobre o ‘mensalão’. 
Segundo o líder uruguaio, o petista disse, ao se referir ao esquema de corrupção, que esta era a única forma de governar o Brasil. 
Os jornalistas Andrés Dauza e Ernesto Tulbovitz afirmam no livro “Uma ovelha negra no poder” que, num diálogo com o ex-presidente do Uruguai José Mujica, o ex-presidente Lula disse que “a única forma de governar o Brasil” era lidando com “muitas coisas imorais” e “chantagens”. 
De acordo com o que Mujica narrou - segundo os autores, o ex-presidente brasileiro “viveu todo esse episódio com angústia e um pouco de culpa”. 
“Neste momento, eu tive que lidar com muitas coisas imorais, chantagens”, teria dito Lula a Mujica. 
O livro em breve será lançado no Brasil. 
Esse tema já está sendo desmentido pelo presidente uruguaio nas mais recentes entrevistas, em que alega terem sido distorcidas as suas declarações. 
Os autores dizem que o Brasil é um país em que a corrupção está incorporada ao modo de governar, e que sempre foi dessa maneira, mesmo com a alternância de partidos no poder. 
Dizem, ainda, que denúncias mancharam “todos os governos”, incluindo os de Lula e o de Dilma. 
Deixando de lado um pouquinho a matéria transcrita do livro uruguaio, as novidades do momento são as seguintes. 
“Governistas exigem setenta cargos para aprovar a MP (Medida Provisória) de ajuste fiscal”. 
“Planalto fez negociação aberta de nomeações, já tendo encaminhado pedidos para a Casa Civil. A longa lista aguarda liberação de Mercadante”. 
“Um quarto da base aliada traiu governo Dilma em votação”. 
“Manifestantes jogam para o ar imitações de notas de dólares com os rostos de Dilma e Lula”. 
Com essas notícias fica difícil prever dias melhores para a nossa nação, que vive uma das suas piores crises morais e econômicas. 
Estamos sem rumo, como um barco à deriva, onde os poderes constituídos não se entendem, gerando um clima de intranquilidade à nossa gente. 
Os postos de trabalho diminuíram, o crescimento está estagnado, a classe média desorientada, a crise já atingiu, inclusive, milhões de “bolsistas”. 
Os impostos estão insuportáveis e a classe política alienada, tirando proveito próprio para si e suas tribos.
Vivemos a “paciência: uma forma menor de desespero, disfarçada em virtude” - Ambrose Bierce, jornalista e escritor americano.

20 de mai de 2015

Revolução na Educação Municipal – Uruguaiana.



Professores terão notebook e adequação de carga horária. Alunos receberão kit suplementar e kit escolar.
O prefeito de Uruguaiana, Luiz Augusto Schneider, em audiência com o secretário municipal de Educação, Francisco Robalo Fernandes, definiu que o controle das horas atividades (10 horas) dos professores da rede municipal de ensino passem a ser administrado pelas direções das escolas. Caberá as diretores organizar a forma como o controle será efetivado, respeitando as características de cada instituição. O município conta atualmente com 1.102 integrantes do corpo docente. A Secretaria Municipal de Educação estuda também a possibilidade de repassar um notebook para cada um dos professores da rede municipal, visando proporcionar melhores condições de trabalho e de desenvolvimento no campo de aprendizagem. Ainda, a Secretaria de Educação analisa o fornecimento de merenda suplementar para estudantes carentes das escolas da rede municipal, e um kit com material escolar. Após criteriosa análise, os alunos carentes, ao saírem da escola, receberão um kit para suplementar sua alimentação em suas residências. Destaca o prefeito Schneider que “estamos implantando uma revolução na área educacional, jamais realizada em Uruguaiana, com o turno único na Escola Municipal Alceu Wamosy, localizada em João Arregui; a doação de uniforme para todos os alunos da rede municipal de ensino e os kits de alimentação suplementar e de material escolar, destinados aos estudantes carentes. Além disso, a readequação da carga horário e a entrega de um notebook para cada professor da rede municipal. Tenho certeza que estamos liderando um processo que servirá de exemplo para outras administrações. Também, nosso Governo paga o piso salarial do magistério”, finalizou.

Governo Schneider totaliza 20,38% de reposição salarial ao funcionalismo – Uruguaiana.

Na noite de terça-feira, dia 19/05, às 22h, o prefeito Luiz Augusto Schneider, em reunião com os secretários municipais de Administração, José Alexandre Brum; de Governo, Paulo Henrique Inda, e o procurador-geral do Município, Mateus de Carvalho, assinou projeto concedendo 3,51% de reposição salarial ao funcionalismo público municipal, exceto ao magistério e aos agentes políticos. Neste ano, os servidores do município terão concessão de aplicação do índice de 3,51% sobre os vencimentos, extensivo aos proventos e às pensões, em atendimento ao artigo 40, § 8°, da Constituição Federal. Vale destacar que a Revisão não cabe aos agentes políticos (Prefeito Municipal e Vice, Secretários), nem aqueles servidores que recebem piso salarial da categoria profissional. Também não se incluem os membros do Magistério, com reposição alcançada a partir de janeiros de 2015, com amparo na legislação federal pertinente. O índice de revisão, ora proposto, está calculado com base na variação IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), correspondente ao período de maio de 2014 a abril de 2015, observada a capacidade financeiro-orçamentária do Município. Mesmo enfrentado uma grave crise financeira, o Governo Schneider concedeu, em três anos, o total de 20,38% de reposição salarial, demonstrando respeito e valorização dos servidores. Em 2013, foi concedido o índice de 8,93%. Em 2014, o prefeito Schneider concedeu reposição de 7,94%.

Almirante Tamandaré na Praça do Barão – Uruguaiana.


Na segunda-feira, dia 18 de maio, equipe da Secretaria Municipal de Obras, instalou o busto do Almirante Tamandaré – Patrono da Marinha do Brasil e Herói Nacional, na Praça Barão do Rio Branco. Em reunião com o Capitão-de-Corveta, Marcus Antônio Machado Pereira, Delegado Fluvial de Uruguaiana, no ano passado, o secretário municipal de Cultura, Rubens Montardo Junior, sugeriu a instalação do busto. O prefeito Luiz Augusto Schneider formalizou o pedido e o Comandante Marcus Machado Pereira conseguiu a doação do monumento junto ao Comandante do 5º. Distrito Naval, Vice-Almirante, Leonardo Puntel. O 5º. Distrito Naval localiza-se em Rio Grande (RS), cidade onde nasceu Joaquim Marques Lisboa, o Almirante Tamandaré, em 13 de dezembro de 1807. Seu falecimento ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, em 20 de março de 1897. A inauguração do busto acontecerá na próxima sexta-feira, dia 22 de maio, às 16h, na Praça Barão do Rio Branco, com a presença do Vice-Almirante Leonardo Puntel, do prefeito Luiz Augusto Schneider, de autoridades civis e militares e de convidados. Ainda falta o revestimento em granito preto.

Criar filhos, por Gabriel Novis Neves

Criar filhos 
Nada a ver com criar pessoas belas, saudáveis, educadas e até, razoavelmente, agradáveis. 
Seguramente, a criação familiar tradicional está bem distante dessas possibilidades. 
Com padrões e arquétipos baseados no autoritarismo, no sucesso a qualquer preço e na repetição dos dogmas e mitos sociais, educacionais e religiosos vigentes, o que a sociedade vem fazendo é produzir em massa seres sem autoconfiança, despidos de criatividade, com baixa autoestima nítida e, no geral, automatizados, muito pouco interessantes. 
Exatamente por não lhes ser permitida a liberdade do existir, por serem incentivados a dissimularem os seus próprios sentimentos e ações, nunca se mostrando como realmente são, as  pessoas vão se tornando falsas, desenergizadas, nada autênticas, na tentativa de obedecer a padrões  uniformes de comportamento considerado aceitável pela sociedade. 
Enfim, filhos criados para ser motivo de orgulho para nós e nunca para eles mesmos. 
Criar filhos é exatamente o contrário. É prepará-los para o mundo em que vão viver, e não, ficarem atados aos conceitos arcaicos de seus antecessores, ainda que tenhamos consciência que essa preparação para o voo livre de cada um é extremamente dolorosa para os pais. 
Não precisamos de clones, mas sim, de pessoas sincronizadas com o seu tempo, carregadas de elevada autoestima. 
Transmitir valores básicos de caráter e de convivência no dia a dia deve ser a única meta. 
Somente o incentivo à capacidade de voar, esse exercício do existencialismo, é que vai propiciar a formação de pessoas mais criativas e seguras de si mesmas, aptas a esse mundo que, com certeza, será bem diferente do de seus pais. 
Caso contrário, teremos seres inseguros, carentes, conflitados pelos valores estáticos de que foram vítimas. 
Isso é bem observado em reuniões sociais costumeiras quando nos deparamos, na maioria das vezes, com um grande rebanho, em que todos se expressam e se comportam de uma mesma maneira, absolutamente monótona. 
Por vezes, liberados através de uma maior ingestão alcoólica, podemos até pinçar alguém mais interessante, de conteúdo mais livre. 
Pessoas um pouco mais diferenciadas, com uma maior carga energética, sentem-se absolutamente sós nesses conglomerados sociais tradicionais, sendo muitas vezes rotuladas de pretensiosas e antissociais. É a solidão na multidão. 
Com certeza, essa repressão da humanidade tem sido enorme através dos séculos e somente agora, diante de pais jovens mais descolados, começamos a observar um movimento mais livre e mais leve nas organizações familiares modernas que se tornaram múltiplas na sua composição. 
A aceitação de famílias homoafetivas pela sociedade é um passo à frente na busca pela verdade de cada indivíduo. 
Ensinar a respeitar a opção do outro, seja ela cultural, política, religiosa ou sexual deveria ser a bíblia a ser seguida por pais e educadores. 
Viva e deixe viver.